quinta-feira, 31 de março de 2011

Olá pessoal!!
  
   Estou escrevendo um livro e espero que vocês gostem. É uma história de amor, um menino encontra com um alguém não é exatamente desse mundo. Será que eles vão ficar juntos?

   Já tinha escrito isso a um tempão e, quando fui hoje no site da Katy Perry, vi que ela está divulgando o video E.T. que ela faz com o Kenie West. O Vídeo ficou legal (vajão abaixo), mesmo que eu tenha um pouco de rava o Happer por fazer aquele negócio com a Taylor Swift.

   Mas, mesmo assim, espero que gostem do primeiro capítulo que eu estou postando abaixo.



Vai ser uma série, mas eu ainda não escolhi o nome. Me ajudem aí! :)

Capítulo Um

Tudo foi tão rápido, como se num piscar de olhos tudo estava mudado e minha vida estivesse por um só fio. Eu tinha que me lembrar de nunca mais esbarrar com nenhuma desconhecida na rua e ajudá-la. Mesmo que ela seja tão bonita que fizesse seus olhos segarem.
   Bem, aquilo fez minha vida mudar como uma rajada forte de vento que você não pode ver, mas pode sentir.
   Lembrete: nunca — isso mesmo; NUNCA — ajude alguém que esbarra com você na rua. Principalmente se for uma mulher e você um homem, que é tão linda que parece um anjo. Lembre-se também que há algo de errado com ela.
   Muito bem, agora já é tarde demais.
  E eu estou aqui, parado, esperando o veredicto.

Tudo isso começou alguns meses atrás, quando eu estava acordando para mais um dia normal, em que eu teria que acordar, me arrumar e ir para a escola.
   Estava tudo bom, não tão bom quanto parecia. Quer dizer, eu nem sabia o que estava por vir — mesmo que minha mãe estava de cama e eu tive que acordar antes que o sol aparecesse e fosse dar a ela o remédio que ela tinha que tomar.
   E foi isso que aconteceu.
   Eu acordei quando o sol ainda não estava nem aparecendo no horizonte (e isso era tão escuro que era na hora que a rua estava tão silenciosa por nenhum carro passar, porque era cedo demais), levantei-me de um pulo, desligando o meu celular com uma música muito forte que me fizesse ficar de olhos abertos.
   Depois fui mudar de roupa e escovar os dentes. Era muito ruim quando você está “sujo” quando fosse fazer alguma coisa, mesmo que fosse sedo demais. Fui ao banheiro e peguei o frasco de remédio que estava destinado apenas a minha mãe. Ela tinha pegado um resfriado muito forte e só um remédio bom podia ajudá-la.
   Depois disso, tirei uma pastilha do remédio (que tinha aquele tamanho um tanto grande demais para que alguém engolisse sem a ajuda de água — mesmo com a ajuda de água era meio complicado de engolir) e separei-o em cima de um pedaço de papel de guardanapo que ficava já no banheiro para aquela ocasião.
   Bocejei ainda sentindo vontade de dormir.
   Depois, coloquei a banheira para encher com água morna, pois era inverno a lá fora, pelo o que eu tinha visto pela janela do meu quarto, o tempo estava fechado e ventando. Por isso eu tinha que colocar uma roupa um pouco mais quente, pois devia estar um pouco frio (mesmo que no Rio de Janeiro não fazia tanto frio quanto em um país mais no sul o bem mais ao norte do mundo).
   Depois de ter tomado banho, escovado os dentes e passado desodorante, perfume e algumas coisas mais, fui para o quarto da minha mãe. Ela dormia calmamente e fui para o lado da cama onde ela estava. Minha mãe era mais ou menos igual a mim: tinha os cabelos negros e ondulados e, quando ela estava com os olhos abertos, podia perceber os seus olhos azuis como o mar denso. Seus olhos eram muito expressivos, como os meus — mesmo que meus olhos não fossem azuis, mas mel. Isso mesmo; meus olhos eram castanhos tão claros que pareciam mel ou ouro derretido.  — é o que me disseram.
   Eu cheguei mais perto até poder ficar bem perto da minha mãe e tocá-la com os meus finos dedos para que ela acordasse e tentando não acordar meu pai que dormia roncando do outro lado.
   — Sim? — Minha mãe respondeu ao meu toque, como sempre fazia, mas ela estava mais dormindo do que acordada.
   — Mãe, estou indo, ok? — Eu disse, olhando diretamente para ela.
   Saí do quarto, chegando perto da cozinha e pegando alguma coisa na geladeira, ou seja, pegando um Danone na geladeira e depois abrindo-o e bebendo-o. limpei minha boca — por que não seria legal sair na rua com aquela bigode de Danone — e saí.
   O tempo estava bom, realmente bom. Haviam pássaros voando a minha volta, eu conseguia sentir o ar fresco de outono em min, havia sol, mas não aquele sol escaldante que você sente que vai morrer.  
   Estava tudo muito perfeito… para ser verdade.
   Bem, mas era verdade, infelizmente, nada tão perfeito podia acabar tão bem.
   Quer dizer, por que meus dias nunca poderiam começar e terminar bem? Ontem, por exemplo, eu literalmente caí da escada. Eu estava falando alguma coisa com Rafa, um dos meus colegas, e eu estava andando meio que de costas — eu não sei realmente por que eu estava fazendo aquilo — quando eu percebi o que estava acontecendo, mas já era tarde demais: eu estava caindo.
   Bem, sem contar nas outras coisas que aconteceram comigo e os problemas que eu passei.
   Mas, isso é passado.
   Eu e Rafa nos encontrávamos sempre no Meio do Caminho; uma árvore velha. Nós chamávamos assim porque essa árvore ficava mesmo no meio do caminho da minha casa, da casa dele e da escola.
   E eu ia andando. Eu pedi, me ajoelhei até, para que meus pais assinassem o termo concordando que eu poderia dirigir, mas eles não deixaram. Não sei porque! Só porque eu um dia peguei no volante do carro do meu pai — eu acho que isso foi ano passado — e, simplesmente (porque não fui EU que fiz aquilo) o carro bateu numa árvore perto de casa, amassando toda a parte da frente?
   Fala sério, não é pais? Eu já sou grande e acho que sou muito bom da mente para dirigir, não é?
   Mas eles não acham isso, infelizmente. Ou eu já estaria dirigindo e pegando Rafa no lugar de sempre.
   Chegando perto da árvore pude perceber o menino que estava me esperando. Ele tinha um metro e setenta e poucos de altura, era magro e usava um óculos fundo de garrafa muito estranhos. Me olhando no espelho eu me acho estranho (tenho cabelos castanhos grandes, mas lisos, não uso óculos — porque conheci um negócio chamado lente de contato —, mas não sou o tipo do garoto de encher os olhos, entendeu?), mas me lembro do meu melhor amigo (conheço ele desde quando éramos... bem, MUITO pequenos) e percebo que eu não sou tão ruim assim — sem ofensa.
   Ele estava parado, olhando para o nada; como se ainda estivesse dormindo.
   Não que eu fosse ruim nem nada, mas eu ia chegar perto dele e ia assustá-lo, porém, ele veirou-se para mim, percebendo que eu estava chegando. Ele abriu um sorriso — por que eu sou realmente o único garoto que ele já falou na vida, tirando o pai dele, mas que nem é um garoto mais — e chegou para perto de mim, como se nós não tivéssemos que voltar para onde ele estava, porque teríamos que ir para a escola.
   — E então, viu aquele negócio que eu te enviei por e-mail? — ele logo disse.
   Ele sempre fazia aquilo: não falava um bom dia ou qualquer coisa assim; mandava direto informações. Eu acho que isso é um problema dos nerds. Não que eu seja assim, porque eu não sou nerd.
   — Há, não deu! — eu disse sinceramente. Nada disso foi porque eu esqueci de ver meu e-mail e aí eu não queria falar a verdade para ele, porque não foi. — Minha mãe estava muito chata ontem e não me deixou entrar na net.
   — Hum... — ele disse meio triste, mas depois voltando ao normal e continuando: — Bem, então vamos. Não quero chegar atrasado na aula.
    — Há, sei. — Eu disse.
   Nós começamos a andar para baixo, na rua. O colégio ficava a umas duas quadras da árvore e tínhamos que descer uma pequena ladeira para chegar lá.
   — O que você quer dizer? — Ele perguntou, olhando para baixo.
   — Nada — eu simplesmente respondi por que ele sabia o que eu estava querendo dizer com o meu “há, sei”.
   Rafa gostava de uma menina, que era da outra turma. Ela era mais ou menos parecida com ele; tinha uns óculos um tanto grandes para seu rosto, usava umas roupas listradas e adorava Star Wars. Os dois se completavam. Mas, infelizmente, ele era o único que tinha alguém que o completava.
   Eu tinha, mas a pessoa não me correspondia — o que você podia achar estranho, mas a menina de quem ele gostava o correspondia. Havia uma pessoa que vivia colocando cartas de amor para ele em seu armário, mas todos (ou eu, que era o único que falava com ele e sabia disso) sabiam que era ela.
   O problema é que a menina que eu gostava — ou estava literalmente e drasticamente apaixonado — tinha outro e era um pouco... Bem, acima de mim.
   Quero dizer; ela era líder de torcida, falava com todos os populares, por que ela era popular, todos gostavam de ser que nem ela, ou se não gostavam, que era o caso dos meninos, queriam estar com ela! Você me entendeu, não é?
   Foi quando tudo aconteceu, meu mundo virou de cabeça para baixo.
   Nós estávamos andando calmamente pela calçado, onde muito gente ai para lá e para cá, sempre mesmo prestar atenção em onde estava indo. Eu estava tendo muitas cotoveladas.
   — Meu deus! Hoje está tudo uma confusão! — Eu exclamei para Rafa que estava em algum lugar no meio do nada.
   ­— Ed, temos que ir! Já está quase na hora da aula! — Estou tentando, mas não consigo!
   Nós não conseguíamos ver mais a rua. Estava tudo uma desordem completa. Eu não sabia o que estava acontecendo quando eu descobri o que era: todos olhavam para a rua e um helicóptero da polícia passou por cima de nós. Rapidamente eu pensei: ai meu Deus, é um tiroteio e nós estamos bem no meio.
   — Ed, vamos indo! Eu acho que aconteceu um acindente! — Rafa gritou de algum lugar.
   — Acidente? — então foi aí que eu fiz a pior coisa. Cheguei para perto do bolo de gente para poder ver o que estava acontecendo, mas ninguém deixava. Foi aí que Rafa me puxou pela camisa e eu fiquei com muita raiva.
   — Ed, vamos embora! Vamos perder a primeira aula! — ele disse.
   — Vai você! — Eu gritei com raiva. — Eu posso perder a primeira aula, mas vou ficar aqui para ver o que aconteceu.
   — Mas… — ele começou, mas se fosse mesmo um acidente, ele não ficaria ali dde jeito nenhum; ele tinha nojo de sangue. — Então tá; te vejo na escola.
   — Tchau. — Eu falei amargurado.
   Ele foi andando enquanto eu fiquei lá, procurando por uma brecha para ver qualquer coisa.
   Estava doido para ver que tipo de acidente tinha sido, mas, depois de eu ter ficado um bom tempo ali esperando, e quando consegui, percebi que era só um bando de polícias fechando a rua talvez para alguma coisa que ia acontecer, fiquei com muita raiva e fui correndo para a escola.
   Principalmente quando eu olhei a hore e faltavam apenas cinco minutos para que o portão fechasse. E se ele fechasse, eu não poderia entrar, de jeito nenhum.
   Corri loucamente, virando na esquina de uma rua que ficava bem mais perto da escola do que a rua principal. Mas quando virei, dei de cara com alguém e caí. Caí mesmo, vi que a pessoa também se balançou, mas não caiu.
   Quando eu ia brigar com a pessoa, percebi que era a pessoa mais bonita que eu já tinha visto na minha vida.
   — Desculpe-me. — Disse envergonhado.
   Mas quando dei por mim, estava encarando alguém que tinha os olhos como os de gato; com ela fissura preta estranha que os gatos têm.
   Ela era também a pessoa mais estranha que eu já tinha visto na diva.

1 comentários:

Kate disse...

Ficou legal.

http://conversandocomdragoes.blogspot.com/

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